As holdings familiares sempre foram estruturadas sobre três pilares fundamentais: eficiência tributária, proteção patrimonial e sucessão organizada, esta última também conhecida como governança familiar. Mas o Projeto de Lei nº 1087/2025, que institui a retomada da tributação sobre dividendos e lucros distribuídos a pessoas físicas e já foi encaminhado à sanção presidencial, após ser aprovado no Senado, estabelece um novo cenário para os patrimonialistas.
Leia na íntegra: Folha de Pernambuco



